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Helsinki - V

Passei boa parte do dia, umas quatro horas (sim, porque o resto do tempo é noite!) entre o Museu do Correio e o Museu de Arte Moderna. Como aqui neva muito, o carteiro é meio que um herói, quase no mesmo nível que Erik, o vermelho. Gostei mais do Museu do Correio. Passei mais de uma hora escrevendo postais que só chegarão no Brasil depois de mim. Não faz mal. Serviu de analgésico para a saudade.

Helsinki - IV

Roupa já não faz diferença nenhuma. Se ontem (ainda que as mensagens chegarão aí todas ao mesmo tempo) falei sobre o professor Tere e a idéia da redução ao absurdo do conceito de propriedade intelectual, hoje aplico a mesma idéia a questão do vestuário. Faz tanto frio, mas tanto frio (e olha que sou gaúcho macho lá das margens do Taquari, onde a bagualada não se assusta com qualquer ventinho...), que não há roupa que segure a onda. Assim, por redução ao absurdo, a roupa na Finlândia é uma mera convenção social, como no resto do mundo com a excessão de Copacabana.

Helsinki - III

A Finlândia é que devia ser a terra do sol nascente. O sol aqui fica nascendo um tempão, e logo em seguida fica se pondo por um tempão. O processo todo inicia quase nove horas da manhã e termina lá pelas quatro da tarde. Por isto que aqui tudo é branco, até as pessoas. Mas não dá para ver muito delas, só os olhinhos. Que saudade do verão brasileiro e das pernocas de fora das donzelas! Liguem as webcams e me mandem as URLs!!!

Helsinki - II

O mundo é pequeno. Quando cheguei no aeroporto de Helsinki dividi o Táxi para o centro com uma jornalista que conhecia os pais do Linus (eu estava usando o moleton da LinuxWorld, o que motivou a conversa). Ao mostrar minha surpresa ela disse que em Helsinki quase todo mundo se conhece. Eu disse para ela que em Arroio do Meio também era assim, e perguntei, olhando pela janela: "Que rio é este?". Ela respondeu que era

Helsinki - I

Em uma escavação na Inglaterra foram encontradas barras de ferros paralelas datadas de 1677, o que levou os arqueólogos à conclusão de que as primeiras estradas de ferro foram construídas pelos britânicos. Na Espanha encontraram pares de cabos de cobre datados de 1795, e os arqueólogos concluíram que os primeiros cabos telefônicos foram usados no país. Um investimento arqueológico financiado por inúmeras empresas americanas descobriu cabos de fibra ótica enterrados há mais de 120 anos. Na Finlândia cavaram, cavaram, e não encontraram nada.

SOLIES, um breve relato...

Nos dias 13 e 14 de novembro a Universidade Federal de São Carlos sediou o encontro de dirigentes e docentes das áreas de informática de diversas instituições de ensino superior no Brasil, buscando discutir formas conjuntas de disseminação da cultura de software livre nestas instituições.

3eras Jornadas Regionales - Um breve relato...

A coisa que mais me impressionou nestas 3ras Jornadas Regionales de Software Livre da qual eu, a Vivi, a Figui e Marceli aqui da UNIVATES tivemos a honra de participar foi a admiração que a comunidade latina de software livre tem de nosso trabalho aqui no Rio Grande do Sul. Nossa Universidade é citada como um exemplo a ser seguido quando se fala em apoio institucional e investimento em desenvolvimento de soluções.



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