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Sem resoluções

Para 2013 não vou escrever resolução alguma. Daqui em diante vou deixar que os anos novos, o universo, decidam por mim. Sempre fui controlador demais e posso dizer que as frustrações que tive foram porque as coisas fugiram ao meu controle. Então, em 2013, serei apenas observador, vou seguir o fluxo daquilo que me for entregue, curtir os prêmios que a vida me dá. Ao invés de planejar vou ouvir o mundo como se fosse um rádio, sintonizando aquilo com que eu possa divertir-me e realizar-me – afinal, nossa realização (pessoal e profissional) só é completa com o nosso prazer.

Coisas ruins entrarão na lista de estações bloqueadas. Incluindo as coisas ruins que estão, todos os dias, no noticiário. Segundo as estatísticas, viver mais de cem anos ainda é coisa rara, coisa pro Niemeyer e dona Canô. A nossa idade média, amigo brasileiro, é de pouquinho mais de 73 anos. Já que passei da metade tenho que ser muito seletivo com o que eu quero ouvir e ver daqui para a frente. Ouvirei coisas boas que sirvam de exemplo para outras coisas boas que eu ainda posso fazer. Acho que é mais fácil fazer coisas boas, que deixem outras pessoas felizes, do que tentar evitar coisas ruins que deixem as pessoas menos tristes. E, cá pra nós, fazer o bem já é evitar o mal. Tem tanto exemplo bom pra seguir e copiar que eu não preciso ficar inventando. Vou mais é sintonizar, descobrir, copiar, fazer igual. Se der, até melhoro um pouquinho, mas não me comprometo com isso! Fazer um bem igual a outro bem já está bom.

Eu tenho certeza que 2013 será um ano daqueles de boa safra, pra todos nós! Mas como tudo, sempre vai dar pra gente melhorar ainda mais. Tem outros anos, depois dele, que viveremos também. E viveremos bem!



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